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TSE nega ter mandado tirar canais do ar no WhatsApp, Flávio e Lula na Globo; as últimas notícias antes do 2º turno

Deputado André Janones (Rede-MG) havia afirmado que canal “Exército do Lula”poderia sair do ar. Flávio Bolsonaro e Lula participam de debate da Globo às 21h20 (horário de Brasília) de hoje.

Pontos-chave

Cobertura ao Vivo

  1. Polarização: as batalhas históricas que mostram que rivalidades políticas não são fenômeno novo

    Enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) e de Lula (PT) se dividem nas redes sociais em grupos chamados de "Tropa do Flávio" e "Exército do Lula", tais nomes revelam um grau de polarização que vai entrar para a história, segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

    "A história do Brasil sempre acompanhou as polarizações, que vão desde a dialética do senhor e escravo, do império e república, dos monarquistas e republicanos, da ditadura ou democracia, do voto direto ou indireto", aponta o sociólogo Giuliano Salvarani, professor na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

    "Mas acredito que Lula e Bolsonaro [Jair Bolsonaro, pai de Flávio Bolsonaro] protagonizaram talvez a maior polarização da nova República [período posterior ao fim da ditadura, depois de 1985]."

  2. Flávio Bolsonaro x Lula: o que realmente pesa contra cada um?

    No domingo (18/10), no primeiro debate frente a frente do segundo turno, os candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), passaram boa parte do primeiro bloco trocando acusações de corrupção sobre os próprios candidatos e também alguns de seus parentes.

    Mas o que realmente pesa contra Flávio Bolsonaro e contra Lula? A BBC News Brasil te explica e mostra o que cada um deles já falou sobre as acusações.

    O que pesa contra Flávio Bolsonaro?

    O que pesa contra Lula?

    Leia mais:

  3. Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?

    O segundo turno da eleição brasileira será realizado no domingo (25/10) em todo o país no caso da votação para presidente. E também, na eleição para governadores, em cinco Estados (Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins) e no Distrito Federal.

    Quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente no segundo — mas é preciso justificar a ausência correspondente a cada uma dessas etapas.

    Mas até quando e como posso justificar? Qual horário da votação de domingo? E se eu não conseguir ir votar de novo?

    Confira as respostas para essas e outras perguntas AQUI.

  4. Eurasia reduz chance de vitória de Flávio no 2º turno de 70% para 60%

    A consultoria de risco político Eurasia rebaixou nesta sexta-feira (23/10) a chance de vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno de 70% para 60%, diante do fôlego mostrado pela campanha de Lula (PT) na reta final da disputa.

    Os analistas Christopher Garman, Silvio Cascione e Raul Folino observam que, considerando as pesquisas eleitorais mais recentes, a vantagem média de Flávio caiu de 2,6 pontos em 21 de outubro, para 1,9 ponto.

    Ponderam, porém, que é provável que as pesquisas superestimem o desempenho de Lula em cerca de 1 ponto percentual, o que colocaria a vantagem do senador acima de 2 pontos, o que daria a ele uma chance de vitória de cerca de 70%.

    "O problema para Bolsonaro é a tendência", afirmam. "Diversas pesquisas mostram que os índices de aprovação de Lula estão subindo, enquanto os índices de rejeição de Bolsonaro estão aumentando."

    Como motivos para isso, a equipe de Eurasia destaca os ataques do PT, que acusam Flávio de ter vínculos com milícias e de promover cortes em programas sociais como o Bolsa Família e o Pé de Meia, além de promessas de Lula na reta final da campanha, como a Tarifa Zero nos transportes, o Pé de Meia universitário e a aprovação do fim da escala 6x1.

    Nesse cenário, a equipe da Eurasia observa que o debate da Globo nesta sexta-feira será fundamental.

    "Ainda há um número suficiente de eleitores indecisos ou dispostos a mudar de ideia; um desempenho muito bom de Lula ou um deslize de Bolsonaro poderiam virar o resultado da eleição. Contudo, isso é improvável", afirmam os analistas.

  5. Como eleitores 70+ podem decidir a eleição

    Quase metade dos eleitores com 70 anos ou mais aptos a votar não compareceu às urnas no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. A abstenção foi de 49,1% nessa faixa etária, segundo o TSE.

    Em números absolutos, esse percentual representa mais de 8 milhões de brasileiros que não compareceram às urnas — ou quase quatro vezes mais a diferença de votos entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno, que foi de pouco mais de 2,2 milhões.

    Para Mayra Goulart, professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), trata-se possivelmente do grupo mais estratégico desta reta final de campanha.

    Segundo ela, em uma eleição disputada voto a voto, a mobilização dos idosos tem potencial para produzir efeitos tão relevantes quanto a conquista de novos eleitores.

    Diferentemente da maioria do eleitorado, os brasileiros com mais de 70 anos não são obrigados a votar. Ou seja, além de buscar conquistar sua preferência, as campanhas precisam convencer esse grupo de que vale a pena sair de casa e comparecer às urnas.

  6. Como Fernanda Bolsonaro ganhou destaque na campanha de Flávio para tentar atrair voto feminino

    "Eu reeduquei ele", diz Fernanda Bolsonaro, esposa do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), em um dos muitos vídeos da campanha.

    Discreta na vida pública até então, a cirurgiã-dentista de 45 anos ganhou protagonismo na corrida do marido ao Planalto, ocupando um espaço estratégico no projeto eleitoral, com foco em pautas ligadas à saúde, à família e à defesa das mulheres.

    Em postagens nas redes sociais e nas propagandas exibidas pela televisão, Fernanda aparece com frequência elogiando o marido, o retratando como uma figura paciente, calma e cuja maior qualidade é "conseguir conversar com todos".

    Em um dos vídeos veiculados ela afirma que "reeducou" Flávio e chega a dizer que ele é o "Bolsonaro moderado" da família.

    Os esforços fazem parte de uma tentativa de aproximar o senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) do eleitorado feminino, que historicamente tende a rejeitar o bolsonarismo, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

  7. Como Lula e Flávio Bolsonaro vão acompanhar a apuração?

    A campanha de Flávo Bolsonaro (PL) divulgou nesta sexta-feira (23/10) a agenda do candidato para o domingo, segundo turno das eleições.

    O senador vai votar no Rio de Janeiro, em uma escola municipal em Vila Isabel, por volta das 8 horas da manhã. Em seguida, segue para Brasília, de onde vai acompanhar a apuração dos votos de um lugar que ainda será definido.

    Já Lula (PT) vota em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

    A campanha do presidente afirmou que ele e sua equipe se reunirão em São Paulo, no Hotel Intercontinental, para acompanhar a apuração do segundo turno das eleições de 2026 a partir das 16h de domingo.

  8. O número que pode definir vitória de Lula ou de Flávio Bolsonaro no 2º turno

    O 2º turno das eleições 2026 promete ser uma das disputas mais acirradas desde a redemocratização.

    Mas, além do placar final nas urnas, pesquisadores vão olhar para dois outros indicadores: quantos eleitores não saíram de casa para votar e quantos votaram em branco ou nulo.

    O peso da abstenção e dos votos brancos e nulos na disputa divide as avaliações de especialistas sobre as chances de virada do petista.

    A margem é apertada. Flávio ficou à frente de Lula no primeiro turno por 2,2 milhões de votos, ou 1,8 ponto percentual. As simulações de segundo turno da Quaest indicam os dois tecnicamente empatados desde setembro.

    A última divulgação do instituto, na quarta-feira, sugere Flávio entre 43% e 47% das intenções de voto, e Lula, entre 42% e 46%, considerando indecisos. O instituto ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em uma pesquisa com margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos, e com nível de confiança de 95%.

    A última divulgação do instituto, na quarta-feira, sugere Flávio entre 43% e 47% das intenções de voto, e Lula, entre 42% e 46%, considerando indecisos. O instituto ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em uma pesquisa com margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos, e com nível de confiança de 95%.

  9. Ministro do TSE barra nova suspensão do canal 'Exército do Lula'

    O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu nesta sexta-feira (23/10) a um pedido da campanha do presidente Lula e barrou a suspensão do canal "Exército do Lula", no WhatsApp.

    Mais cedo, a equipe do petista havia entrado com um pedido ao TSE para tentar impedir uma nova suspensão do canal.

    Marques concedeu liminar parcial em mandado de segurança para suspender os efeitos das ordens da Presidência do TSE, já proferidas ou que venham a ser proferidas, que levem à suspensão do canal.

    Na manhã desta sexta, o deputado federal André Janones (Rede-MG) havia afirmado que o canal criado por ele no WhatsApp para mobilizar apoiadores do presidente Lula poderia sair do ar.

    “Nosso canal deverá cair do ar ainda hoje, próximo ao horário do debate, por decisão do TSE. Com isso, o resultado de domingo volta a ser incerto”, escreveu.

    Mas em uma nota divulgada nesta sexta-feira (23/10), o TSE afirmou que não determinou e não pretende determinar a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar.

    "Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos", disse o tribunal.

  10. Amoêdo declara voto em Lula, mas faz críticas a ambos os candidatos

    Fundador e ex-presidente do Partido Novo, do qual se desfiliou em 2022, João Amoêdo afirmou em publicação nas redes sociais que votará no presidente Lula no segundo turno das eleições.

    "Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção", escreveu nas redes sociais.

    O empresário, porém, disse estar frustrado e preocupado com o caminho da política brasileira e fes críticas a ambos os candidatos. "Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha", afirmou.

    "Lula errou do início ao fim do seu mandato. Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público. E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez", disse Amoêdo.

    "Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe."

    Em 2022, Amoêdo também declarou apoio a Lula no segundo turno contra Jair Bolsonaro, apesar de ressalvas e críticas ao PT. À época, ele afirmou que considerava Bolsonaro um risco maior e chegou a dizer que, “pela primeira vez na vida”, votaria no número 13.

    Confira a entrevista dada por Amoêdo à BBC News Brasil antes do primeiro turno: Amoêdo: 'Devemos criticar Alexandre de Moraes, não o STF'

  11. TSE nega ter determinado retirada de canal de WhatsApp do ar

    Em uma nota divulgada nesta sexta-feira (23/10), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou que não determinou a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar.

    "Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos", disse o tribunal.

    Mais cedo nesta sexta, o deputado federal André Janones (Rede-MG) havia afirmado que o canal “Exército do Lula”, criado por ele no WhatsApp para mobilizar apoiadores do presidente Lula, poderia sair do ar.

    Em mensagem publicada no canal, que já reúne 8,8 milhões de seguidores, Janones atribuiu a possível suspensão a uma decisão do TSE.

    “Nosso canal deverá cair do ar ainda hoje, próximo ao horário do debate, por decisão do TSE. Com isso, o resultado de domingo volta a ser incerto”, escreveu.

    Na última decisão sobre o caso, o presidente do TSE deu 24 horas para Meta, Google e X prestarem esclarecimentos sobre suspeitas de ações coordenadas nas redes sociais a partir do “Exército do Lula”.

    A determinação foi assinada na quinta-feira (22/10), após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

    Segundo a equipe do candidato, o canal estaria orientando apoiadores a divulgar hashtags em horários determinados, reproduzir mensagens prontas e realizar buscas coordenadas no Google.

    Em um dos exemplos citados pelos advogados de Flávio, Janones teria orientado integrantes do canal a pesquisar no Google a frase: “Bolsonaro mandou matar Lula”.

  12. Justiça Eleitoral nos preparativos finais para o 2º turno das eleições

    A dois dias do 2º turno das eleições, as autoridades eleitorais brasileiras estão a todo vapor na preparação para o pleito.

    Levar a urna eletrônica a todos os locais de votação do país exige uma operação que começa meses antes das eleições e considera as características de cada região.

    A logística é dividida entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os tribunais regionais eleitorais (TREs) e as zonas eleitorais. Cada instância é responsável por uma etapa, do armazenamento dos equipamentos à entrega nas seções eleitorais.

    Segundo o TSE, para as eleições 2026, foram disponibilizadas 563.910 urnas eletrônicas. Desse total, 499.248 serão utilizadas na votação. Outras 64.662 ficam como urnas de contingência e reserva técnica, para substituir equipamentos em caso de necessidade.

    Já propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão termina nesta sexta-feira (23).

    A data é também o prazo final para a publicação de anúncios eleitorais pagos na imprensa escrita e para a realização de debates entre candidatas e candidatos no rádio e na TV.

    O prazo para a realização de debates entre candidatas e candidatos no rádio e na televisão também se encerra hoje. Conforme o calendário eleitoral, os debates não podem ultrapassar a meia-noite.

    O debate realizado pela Globo nesta sexta começa às 21h30. Veja aqui como assistir.

  13. Lula e Flávio entregaram permissões para abrir sigilo; TSE ainda precisa autorizar

    As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) autorizam abertura de sigilos de ambos de forma total e simultânea.

    Representantes das duas campanhas compareceram na noite de quinta (22/10) ao TSE para entregar as procurações que autorizam as quebras dos seus sigilos fiscal, bancário e telefônico dos candidatos.

    Os documentos foram entregues ao ministro André Mendonça, responsável pelo caso na Corte.

    Ele ainda precisa dar o aval à abertura dos sigilos para o público e requisitar os dados a operadoras de telefonia e ao Banco Central do Brasil.

    "Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Nantes Bolsonaro candidatos à Presidência da República, já qualificados nos autos, vêm, conjuntamente, informar que aceitaram integralmente os termos recíprocos do desafio objeto destes autos e autorizam a abertura total dos respectivos sigilos", diz um documento apresentado à imprensa pelo senador Camilo Santana (PL) que afirma que Lula e Flávio autorizam a abertura de sigilos de ambos de forma total e simultânea, com divulgação em endereço eletrônico de acesso público.

    Segundo o acordo, as devidas liberações deveriam ser enviadas ao TSE até às 23h59 de quinta.

    O documento foi assinado pelo presidente Lula e por Maria Claudia Bucchianeri, coordenadora da equipe jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro.

    Na própria quinta-feira, Mendonça já havia dito que "não é necessária decisão judicial" para autorizar que os candidatos abrissem seu sigilo.

    "Para que não reste dúvida, reafirma-se que os candidatos e pessoas físicas e jurídicas a que se referiram estão autorizadas a divulgar, por ato próprio, como e quando entenderem pertinentes, os dados de que são titulares", disse o ministro, segundo o UOL.

  14. Como Flávio Bolsonaro aplicou o 'manual Trump' contra Lula no debate da Band

    A forma como Flávio Bolsonaro (PL) se movimentou no palco durante o debate da noite de domingo (18/10) exibido pela Band gerou comparações com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Nas redes sociais, usuários e analistas apontaram semelhanças nas expressões faciais e movimentos de cabeça de Flávio, além de sua presença constante no enquadramento das câmeras, muitas vezes por detrás do presidente Lula.

    Usuários resgataram uma das imagens mais marcantes da campanha presidencial americana de 2016, quando Trump circulou e permaneceu próximo de Hillary Clinton enquanto ela respondia a perguntas durante um debate em outubro daquele ano.

    Embora não seja possível afirmar se houve inspiração direta, especialistas em comunicação política apontam que os dois episódios compartilham elementos de uma estratégia conhecida: usar o espaço físico, a linguagem corporal e a presença visual para influenciar a percepção do público mesmo quando não se está falando.

    Para o linguista e pesquisador de comunicação política Christopher Hart, professor da Universidade de Lancaster, no Reino Unido, há paralelos claros entre os comportamentos observados nos dois casos.

    Segundo o especialista que estuda há anos a linguagem corporal de Trump, uma das principais funções dessa estratégia é garantir que o candidato permaneça no centro da atenção do público durante toda a transmissão.

    Nesta sexta-feira (23/10), Lula e Flávio se enfrentam novamente em um debate transmitido pela Globo. Dessa vez, porém, regras um pouco diferentes foram estabelecidas.

    Segundo a emissora, nos três primeiros blocos, o candidato que tiver a palavra poderá se movimentar pelo cenário livremente. Enquanto isso, o oponente deve se manter em seu púlpito até chegar a sua vez de falar.

    No quarto bloco, contudo, os candidatos "poderão se movimentar livremente pelo seu lado do cenário", diz a Globo.

  15. Quem está à frente nas pesquisas para presidente no 2º turno das Eleições 2026?

    A dois dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto para presidente no segundo turno, de acordo com o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil, atualizado após os resultados das pesquisas divulgadas até a manhã desta sexta-feira (23/10).

    Os dados sugerem que Flávio tem 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 45%.

    O gráfico interativo a seguir mostra a evolução da intenção de voto desde o final de setembro, com base nos resultados de votos totais das pesquisas eleitorais. Os resultados e as margens de erro de cada uma delas podem ser consultados aqui.

  16. Como saber se seu local de votação mudou no 2º turno?

    O número de seções eleitorais com mudança de local de votação entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026 tem variado nos últimos dias, gerando dúvidas entre eleitores.

    Por isso, a recomendação do TSE é que todos confiram o local de votação antes de sair de casa no domingo. O tribunal orienta que a consulta seja feita apenas pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral — no site e no aplicativo e-Título.

    Confira o passo a passo para fazer essa consulta na reportagem completa: Onde vou votar no 2º turno?

  17. Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro 'têm estômago' para reforma que Brasil precisa, diz Economist

    A revista britânica The Economist publicou uma reportagem na quinta-feira (22/10) afirmando que "a estranha economia do Brasil precisa de uma reforma séria" mas que "nem Lula, nem Flávio Bolsonaro têm estômago" para isso.

    A reportagem diz que "democratas de todo o mundo estremeceram" quando Flávio Bolsonaro — "filho de um ex-presidente conspirador para um golpe de Estado" — ficou na frente de Lula no primeiro turno. Mas, segundo a publicação, "capitalistas também tremeram, mas de entusiasmo".

    "Esse foi um veredito contundente sobre a condução econômica de Lula. O crescimento do PIB superou as previsões (pessimistas), o desemprego está baixo e a inflação manteve-se próxima à faixa de 1,5% a 4,5% estabelecida como meta pelo Banco Central do Brasil (BCB)", diz a Economist.

    "No entanto, seu descaso com as contas públicas e sua retórica hostil ao setor empresarial assustam os mercados. O superávit primário (ou seja, antes do pagamento de juros) que ele herdou transformou-se em déficit, e o FMI projeta que a dívida pública atingirá 97% do PIB este ano, ante 84% em 2022."

    Já Flávio Bolsonaro é comparado a Javier Milei, o presidente argentino que promoveu reformas pró-mercado no seu país "com algum sucesso" mas também "com muita dor", segundo a Economist, destacando promessas do senador de reduzir o número de ministérios, digitalizar o setor público e vender prédios do governo federal.

    Mas para a revista, essa reforma prometida pelo senador "é implausível — ele teria sorte se conseguisse metade da economia prometida com tais ajustes".

  18. Flávio x Lula: Os 3 maiores desafios do próximo presidente na economia

    Seja Flávio Bolsonaro (PL) ou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o eleito neste domingo (25/10), a economia deverá ser um "calcanhar de Aquiles" para o novo governo.

    Quem tomar posse em 5 de janeiro terá que responder à cobrança do mercado financeiro por um ajuste nas contas públicas e lidar com a insatisfação dos brasileiros com o custo de vida e o endividamento recorde. Tudo isso, em meio a uma economia que deverá crescer menos em 2027.

    Para economistas ouvidos pela BBC News Brasil, nenhum dos dois candidatos apresentou planos claros para responder a esses desafios. E respostas mais concretas são aguardadas para o pós-eleição, quando a próxima equipe econômica for finalmente definida.

  19. BBC News Brasil faz transmissão AO VIVO para você acompanhar apuração e resultados do 2º turno

    A BBC News Brasil vai faz uma cobertura em tempo real e uma transmissão ao vivo neste domingo (25/10), no segundo turno das eleições de 2026.

    Durante a apuração, estará disponível um mapa com os resultados em tempo real da votação para a Presidência e para governos estaduais.

    Além do resultado geral, será possível ver como está a votação para presidente e para governador — onde haverá segundo turno — em cada Estado e em cada um dos 5.569 municípios brasileiros.

    A BBC News Brasil também fará uma transmissão ao vivo para acompanhar a apuração dos votos em tempo real. Na transmissão, a equipe vai entrevistar cientistas políticos, com análises sobre eleição.

    A transmissão poderá ser acompanhada no YouTube, Instagram, TikTok e Facebook e também na página da BBC News Brasil.